Sanduíche de presunto, brie, pêssego e rúcula silvestre

Eu adoro sanduíches. Talvez essa combinação (quase sempre) simples de pão e recheio seja das coisas que mais gosto. Troco fácil um prato de arroz com feijão por sanduíche bem feito. E, com raras exceções, prefiro os sanduíches frios.

2012-11-22 13.47.12-1No trabalho meus recursos à cozinha são escassos e não muito diferentes de muitos escritórios mundo a fora: temos microondas, um ebulidor, pratos e talheres, uma faca de pão e pronto. E nos últimos meses tenho evitado comer fora na hora do almoço – preço alto e qualidade ruim tem colaborado imensamente pra esse fato. Quanto mais cozinho, mais chato fico… Com isso, tenho, cada vez mais, feito sanduíches na hora do almoço. São saudáveis, ganho tempo e pratico criatividade com poucos recursos – vai que sou convidado para um Top Chef onde tenho que preparar um prato com quase nada?

Daí que a junção da fome com a vontade de comer tem gerado alguns bons resultados. Hoje foi esse sanduíche de presunto, queijo brie, rúcula silvestre e pêssego quente. Confesso: bem perto do serviço tem um supermercado, que ajuda na escolha e compra dos ingredientes. E na esquina tem feira de rua toda quinta, o que é mais um incentivo…

Para esse sanduíche usei a baguete italiana. Gosto do crunch dos pães italianos, da casca grossa e torrada. Uma baquete dá pra dois ou três sanduíches. Nesse, usei pouco menos de meia. Pão cortado, fui preparar o pêssego: fatei uma fruta, coloquei em um prato, salpiquei com açúcar e pimenta, cobri com filme de PVC e levei ao microondas por dois minutos. O tempo é necessário e suficiente para o açúcar derretar e o pêssego ficar mole, quase uma pasta. Pode usar ainda quente, contrastando com o frio dos outros ingredientes.

Neste tempo coloquei no pão mostarda (usei a escura, que tinha à mão, mas a Dijon cairia melhor), presunto, queijo brie e rúcula. No final, o toque doce do pêssego, que balanceia com a mostarda e o queijo. Divino.

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Couve-flor assada

Eu fico aqui experimentando as receitas e a Alê as divulgando… Cada novo prato que bomba no Instagram dela é um incentivo para um novo post.

Desta vez foi essa couve-flor assada (sim, tive que checar se ainda tem hífen). Vi a receita hoje no Gojee, o melhor e indiscutivelmente mais bonito site de receitas atualmente – na verdade ele é um agregador de receitas, que busca, de acordo com os ingredientes que você determina, o prato em diversos blogs diferentes.

Então. Eu lembrava que tinha uma couve-flor na geladeira que deveria fazer hoje, de forma simples e (mais ou menos) rápida. A resposta foi essa assada. Até você consegue fazer, aposto.

Lave a couve-flor inteira. Limpe com uma faca as partes que estiverem escuras. Corte o caule com cuidado: tire apenas as folhas verdes e deixe o cacho o mais inteiro possível. Coloque em uma assadeira (eu usei uma de bolo pequena, mas serve qualquer uma), regue com azeite e sal e ponho no forno médio-alto já aquecido por uma hora.

(Como o tempo era bom – uma hora de forno médio dá pra assar muita coisa – e tinha espaço no forno, temperei dois filés de porco com sal, pimenta, azeite, limão e alecrim, que eu só tinha seco, enrolei no papel alumínio e coloquei junto, em outra assadeira).

Enquanto isso faça o molho, um muito difícil e complicado vinagrete verde: salsinha e o que mais tiver de erva fresca (orégano, tomilho e sálvia caem muito bem) e uma proporção de 3×1 de azeite e limão – 100ml de azeite e o suco de meio limão, por exemplo. Tempere com sal e pimenta do reino.

Deu uma hora de forno? Vá checar a couve-flor. Espete um garfo e veja se está macia. Se estiver, tire. Se ainda achar meio durinha, deixe mais uns 15 minutos.

(Nessa checagem aproveitei para tirar o papel alumínio da carne, para que ela pegue uma cor…)

Quando estiver no ponto tire, jogo o molho e sirva. Só isso. Serve quatro pessoas (ou três, se
você convidar a Alê, que não parava de comer a danada da couve-flor…)

Sirva junto a carne de porco, acompanhado de um bom e furtado frutado (eu juro que paguei pelo vinho) vinho branco – eu optei por um Peñolen Sauvignon Blanc, chileno, que tem uma boa acidez e combinou com o limão da carne e da couve-flor.

Um jantar saudável, rápido, super gostoso, que ficou pronto em pouco mais de uma hora e saiu, com vinho incluso, por cerca de 10 reais por pessoa.

 

Broaday

Dia 01 de dezembro tem mais edição da Broaday, a festa que faço aqui em BH com o grande rogermoore. Dessa vez vai rolar no Studio Bar, excelente espaço pra shows e festas na cidade.

 

O que toca na festa? Usando o Typic, um aplicativo no Iphone, fiz algumas imagens que dão uma dica do que rola. Saca só (só clicar na imagem para ampliar):

É isso. Hip hop, rock, hardcore, coisas que rolavam nos anos 90 – e antes disso. É diversão garantida, para todas as idades. Apareça.