Cinco negócios em Moscou cujos donos devem ter falido

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Cinco negócios em Moscou cujos donos devem ter falido:

1. Lava-jato: a relação do povo russo com seu carro é muito diferente da nossa. Carro ali é pra usar e pronto. Cuidar, como nós brasileiros cuidamos, não está nos planos. Água os coitados não veem nunca: não importa se é um velho Lada ou uma BMW novinha, os carros russos são sempre muito sujos, com uma camada de terra e barro sobre toda a lateria. No máximo o dono se encarrega em tirar a poeira em volta das maçanetas.

2. Escola de Finos Tratos: o campo parece promissor, mas o povo russo simplesmente não liga pro que você fala ou vai pensar. Conversam com você em russo e não ligam se você não entende a língua: eles não estão nem aí mesmo. Em qualquer lugar onde existe uma aglomeração de pessoas (no metrô, por exemplo) os empurra-empurra é generalizado. Cortesia e gentileza passam longe.

3. Fábrica de gelo: Mesmo que o calor esteja em quase 20 graus e o sol ardendo, bebida gelada é raridade. Não importa se é cerveja, água com gás ou refrigerante, elas continuam vindo à sua mesa na temperatura ambiente. Agora fala: tem coisa pioor que água com gás sem gelo?Ah neim…

4. Tradutor: placas, sinalizações, cartazes, indicações, visitas guiadas, tudo em Moscou é só em russo. Em pontos com grande concetração de turistas ainda é possível encontrar o textos em uma língua que se aproxima do inglês, mas no geral se você não entende cirílico, a coisa complica.

5. Alcoolatras Anônimos: sabe a história que russo bebe muito? É verdade. Praticamente todo dia vimos alguém escornado em ponto de ônibus, na calçada, na fonte do VDNKh.

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